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Indústrias iniciam negociações da nova safra de laranja com ofertas menores

  • Foto do escritor: Informe Cabula
    Informe Cabula
  • 1 de jun.
  • 1 min de leitura

Canva/ Banco de imagem
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As primeiras propostas de contratos e renegociações para a safra 2026/27 de laranja no cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo Mineiro começaram a surgir neste mês. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a movimentação ocorreu logo após a divulgação da estimativa inicial do Fundecitrus (Fundo de Defesa da Citricultura).


De acordo com pesquisadores do Cepea, as ofertas apresentadas pelas indústrias estão abaixo das registradas na temporada passada. Até o momento, o mercado ainda está concentrado em tentativas de reposicionamento para a nova safra, sem fechamento efetivo de negócios.


Ainda segundo o Centro de Pesquisas, na safra passada, as negociações ocorreram em um ambiente de forte preocupação industrial com abastecimento, estoques historicamente apertados e perspectiva de oferta bastante limitada da fruta. Agora, embora a nova safra também seja menor, o mercado entra em 2026/27 com uma percepção diferente de risco de abastecimento.


Os estoques mais elevados de suco e a demanda internacional ainda lenta reduziram a pressão compradora das indústrias neste início de ciclo. Na prática, as processadoras estão em posição mais confortável e demonstram menor disposição para repetir os preços pagos na safra passada.


A expectativa do setor é de que as negociações avancem gradualmente nas próximas semanas, à medida que as frutas de meia-estação atinjam o melhor ponto de colheita. Segundo o Centro de Pesquisas, o ritmo industrial também deve ganhar força a partir da segunda quinzena de junho.





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