Inverno: 5 chás para aquecer o corpo e ajudar a aliviar os sintomas da gripe
- Informe Cabula

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Veja as infusões mais indicadas para aliviar sintomas respiratórios e os cuidados necessários para consumi-las com segurança

(Imagem: Pheelings media | Shutterstock)
produzem efeitos imediatos. Um dos erros mais comuns é acreditar que uma única xícara será suficiente para acabar com a tosse, a congestão nasal ou a dor de garganta. Segundo a nutricionista, o ideal é que o consumo seja feito de forma regular, ao longo de sete a 15 dias, sempre como complemento ao tratamento orientado por um profissional de saúde.
Outro fator que influencia diretamente os resultados é o modo de preparo. Para preservar os compostos bioativos presentes nas plantas medicinais, a recomendação é utilizar água quente, mas sem fervura excessiva, sobre as folhas. “O mais indicado é aquecer a água até levantar fervura, desligar o fogo e só então adicionar a erva. Em seguida, o recipiente deve permanecer tampado por cerca de 5 a 10 minutos”, esclarece Mayara Drigo.
Esse processo, conhecido como infusão, ajuda a preservar substâncias aromáticas e compostos responsáveis pelos possíveis benefícios terapêuticos da bebida. Já ingredientes mais duros, como raízes, cascas e sementes, podem exigir a técnica chamada decocção. Nesse caso, os ingredientes são fervidos com a água por alguns minutos para facilitar a extração dos compostos ativos.
Atenção às contraindicações
Apesar de naturais, os chás não são isentos de riscos. Algumas plantas podem interagir com medicamentos ou apresentar contraindicações para gestantes e pessoas com determinadas doenças. “O fato de ser natural não significa que pode ser consumido sem orientação. Existem doses adequadas e situações em que determinadas plantas devem ser evitadas”, alerta Mayara Drigo.
Por isso, antes de incluir qualquer chá de forma frequente na rotina, a especialista reforça que o consumo deve ser feito com equilíbrio e orientação profissional, especialmente em casos de gravidez, doenças crônicas ou uso contínuo de medicamentos.
Por Andressa Marques




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